Algumas pessoas simplesmente não deveriam partir...
Será egoísmo meu querem tanto que você ficasse mais, para não sentir essa dor tão forte que a sua ausência causa?
Não tem um dia que eu não lembre de você e são tantas as coisas que eu queria te dizer.
Me diz seu endereço, aonde você está, tinha que haver um telefone no céu para poder te ligar.
Mas o silêncio é um aviso e é quase um grito insurdecedor, que me impede de pensar. Queria você aqui.
Tem tanta gente nesse mundo que não dá valor à vida, enquanto você, que apesar de toda o sofrimento, tinha tanta vontade de viver. Não tinha que ir, simplesmente não tinha, e eu não entendo, porque não é justo.
Espero que, aonde quer que você esteja, seu sorriso esteja sempre em seu rosto, que não haja mais dor, nem sofrimento, que você esteja 100% feliz, porque você merece, sempre mereceu.
Saudades absurdas de você, a gente ainda vai se encontrar, mas até lá ainda encontro o número do céu para te ligar.
sábado, 29 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Sobre felicidades...
Felicidade é um sentimento meio complicado de entender e existe de vários tipos.
Existe a felicidade momentânea, que geralmente dura bem pouco e, posteriormente segue de um sentimento antagônico, como a tristeza, ou talvez o arrependimento, ou ódio etc.
Existe a felicidade prolongada, quando a gente acha que está feliz do jeito que está e por isso vai levando, é o comodismo. Mas até que chega o ponto onde não há mais como fingir que está tudo bem. Você não está mais satisfeito com a situação, ao ponto de ser capaz de abrir mão dela para escolher um caminho mais incerto.
Também existe a felicidade egoísta, que na verdade é uma baita sacanagem. É a gente ser feliz através da infelicidade do outro.
A felicidade-madre-tereza-de-calcutá é quando você fica verdadeiramente feliz com a felicidade dos outros. Mas não estou falando do "aaai amigaaaa, to tão feliz por vocêêêê...... vaca filha da puta" não. Estou falando como se o motivo da alegria do próximo te trouxesse uma alegria tão grande como se estivesse sendo vivida por você mesmo. Uma raridade hoje em dia.
Enfim, existem um milhão de formas diferentes de vivenciar tal sentimento.
E o que eu percebi foi que as pessoas passam a vida inteira tentando ser felizes, ou, pelo menos, dizendo que é isso que querem, enquanto reclamam do trabalho, do marido, do vizinho sonâmbulo saxofonista, da professora chata que passa um milhão de trabalhos pra fazer no fim de semana, do namorado ciumento e pentelho que não sai do seu pé, da sua mãe que não pára de mandar você arrumar o armário etc (obs.: qualquer identificação é mera coincidência).
A verdade é que a gente passa a maior parte do tempo reclamando de alguma coisa, ao mesmo tempo que o que mais se quer é ser feliz.
Então, conselho: PARE DE RECLAMAR!
A vida é muito curta para ser vivida sem prazer, cada minutinho é primordial, então páára de reclamar e vai curtir a vida. Vá tocar saxofone com seu vizinho sonâmbulo, vá para o trabalho feliz por ter um trabalho, chegue em casa e dê um mega beijo novela das 8 no seu marido, adiante os trabalhos dessa professora chata logo na sexta e aproveite o sábado e o domingo sem preocupações, converse com o pentelho do seu namorado e fale que o ciúmes é desnecessário... se ele não parar, termine com o mala, ele não é o único mala do planeta, acredite. Arrume logo esse armário antes mesmo da sua mãe começar a reclamar, ela só quer o seu bem, e pode acreditar, ela odeio tanto reclamar quanto você odeia escutar as reclamações.
Não passe a vida inteira querendo ser feliz, simplesmente SEJA. Não importa o tipo de felicidade, o importante mesmo é fazer a vida valer a pena.
Existe a felicidade momentânea, que geralmente dura bem pouco e, posteriormente segue de um sentimento antagônico, como a tristeza, ou talvez o arrependimento, ou ódio etc.
Existe a felicidade prolongada, quando a gente acha que está feliz do jeito que está e por isso vai levando, é o comodismo. Mas até que chega o ponto onde não há mais como fingir que está tudo bem. Você não está mais satisfeito com a situação, ao ponto de ser capaz de abrir mão dela para escolher um caminho mais incerto.
Também existe a felicidade egoísta, que na verdade é uma baita sacanagem. É a gente ser feliz através da infelicidade do outro.
A felicidade-madre-tereza-de-calcutá é quando você fica verdadeiramente feliz com a felicidade dos outros. Mas não estou falando do "aaai amigaaaa, to tão feliz por vocêêêê...... vaca filha da puta" não. Estou falando como se o motivo da alegria do próximo te trouxesse uma alegria tão grande como se estivesse sendo vivida por você mesmo. Uma raridade hoje em dia.
Enfim, existem um milhão de formas diferentes de vivenciar tal sentimento.
E o que eu percebi foi que as pessoas passam a vida inteira tentando ser felizes, ou, pelo menos, dizendo que é isso que querem, enquanto reclamam do trabalho, do marido, do vizinho sonâmbulo saxofonista, da professora chata que passa um milhão de trabalhos pra fazer no fim de semana, do namorado ciumento e pentelho que não sai do seu pé, da sua mãe que não pára de mandar você arrumar o armário etc (obs.: qualquer identificação é mera coincidência).
A verdade é que a gente passa a maior parte do tempo reclamando de alguma coisa, ao mesmo tempo que o que mais se quer é ser feliz.
Então, conselho: PARE DE RECLAMAR!
A vida é muito curta para ser vivida sem prazer, cada minutinho é primordial, então páára de reclamar e vai curtir a vida. Vá tocar saxofone com seu vizinho sonâmbulo, vá para o trabalho feliz por ter um trabalho, chegue em casa e dê um mega beijo novela das 8 no seu marido, adiante os trabalhos dessa professora chata logo na sexta e aproveite o sábado e o domingo sem preocupações, converse com o pentelho do seu namorado e fale que o ciúmes é desnecessário... se ele não parar, termine com o mala, ele não é o único mala do planeta, acredite. Arrume logo esse armário antes mesmo da sua mãe começar a reclamar, ela só quer o seu bem, e pode acreditar, ela odeio tanto reclamar quanto você odeia escutar as reclamações.
Não passe a vida inteira querendo ser feliz, simplesmente SEJA. Não importa o tipo de felicidade, o importante mesmo é fazer a vida valer a pena.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Sobre pessoas-livros...
Para mim pessoas que acabamos de conhecer são como livros que acabamos de comprar.
A capa nos dá a primeira impressão: Julgamos se o conteúdo é ou não interessante. Então nos permitimos conhecer seu interior. Página por página é uma novidade, nos surpreendemos.
Nem sempre o que descobrimos tem muito a ver com que imaginamos ao julgar o livro pela capa.
Continuamos a leitura, nossa curiosidade é insaciável, temos sede de saber.
Quando nos damos conta, já se passara um capítulo. Tantas descobertas, tantas novas informações. Mas nós sempre queremos mais, então continuamos. capítulo 2,3,4...capítulo 10,11,12...
Com a vista cansada, paramos um pouco, deixamos o livro por um momento de lado. Ele já não se encontra mais no mesmo estado que fora comprado. Algumas orelhas começam a aparecer, em páginas que insistimos em marcar para reler, ou simplesmente porque as julgamos importantes. Em uma das páginas deixamos derramar água, algumas palavras foram borradas, não deixando muito claro o que antes estava escrito.
Decidimos dar um tempo para si. Mais tarde retornamos, com a vista descansada e uma vontade enorme de saber mais.
Às vezes nos decepcionamos com o que lemos, às vezes tomamos como nossa a felicidade do personagem, ou a angústia, a tristeza. Às vezes adivinhamos o que vem pela frente, e é frustrante a impotência de ser apenas um leitor, não podemos fazer nada para interferir no percurso na história. Ela é o que é. Não mudará porque é de nossa vontade.
Chegamos ao fim. Pode ser que o livro não tenha sido o esperado, talvez tenha sido indiferente ou tenha nos feito querer ler mais e mais.
Assim são as pessoas, são cheias de histórias que vamos descobrindo ao longo do tempo. No meio do caminho às vezes nos distanciamos por algum motivo, e talvez não nos encontremos mais. Se sim, nos permitimos descobrir cada vez mais.
No fim, não sabemos tudo, mas sabemos muito sobre elas.
As pessoas podem nos causar enorme surpresa, ou passar sem grande impressão. Talvez elas nos deixem com más lembranças, ou as melhores de todas.
Mas aquelas que realmente fazem diferença nas nossas vidas são como livros que nunca cansamos de ler, independente da beleza da capa ou da identificação com o conteúdo. Grandes amigos são como bons livros que estão sempre na estante. Podem se passar anos, mas estão sempre lá para fazer a diferença quando quiser ou precisar.
A capa nos dá a primeira impressão: Julgamos se o conteúdo é ou não interessante. Então nos permitimos conhecer seu interior. Página por página é uma novidade, nos surpreendemos.
Nem sempre o que descobrimos tem muito a ver com que imaginamos ao julgar o livro pela capa.
Continuamos a leitura, nossa curiosidade é insaciável, temos sede de saber.
Quando nos damos conta, já se passara um capítulo. Tantas descobertas, tantas novas informações. Mas nós sempre queremos mais, então continuamos. capítulo 2,3,4...capítulo 10,11,12...
Com a vista cansada, paramos um pouco, deixamos o livro por um momento de lado. Ele já não se encontra mais no mesmo estado que fora comprado. Algumas orelhas começam a aparecer, em páginas que insistimos em marcar para reler, ou simplesmente porque as julgamos importantes. Em uma das páginas deixamos derramar água, algumas palavras foram borradas, não deixando muito claro o que antes estava escrito.
Decidimos dar um tempo para si. Mais tarde retornamos, com a vista descansada e uma vontade enorme de saber mais.
Às vezes nos decepcionamos com o que lemos, às vezes tomamos como nossa a felicidade do personagem, ou a angústia, a tristeza. Às vezes adivinhamos o que vem pela frente, e é frustrante a impotência de ser apenas um leitor, não podemos fazer nada para interferir no percurso na história. Ela é o que é. Não mudará porque é de nossa vontade.
Chegamos ao fim. Pode ser que o livro não tenha sido o esperado, talvez tenha sido indiferente ou tenha nos feito querer ler mais e mais.
Assim são as pessoas, são cheias de histórias que vamos descobrindo ao longo do tempo. No meio do caminho às vezes nos distanciamos por algum motivo, e talvez não nos encontremos mais. Se sim, nos permitimos descobrir cada vez mais.
No fim, não sabemos tudo, mas sabemos muito sobre elas.
As pessoas podem nos causar enorme surpresa, ou passar sem grande impressão. Talvez elas nos deixem com más lembranças, ou as melhores de todas.
Mas aquelas que realmente fazem diferença nas nossas vidas são como livros que nunca cansamos de ler, independente da beleza da capa ou da identificação com o conteúdo. Grandes amigos são como bons livros que estão sempre na estante. Podem se passar anos, mas estão sempre lá para fazer a diferença quando quiser ou precisar.
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